Tentativa de poema para o qual não consegui arranjar nenhum nome decente.
Deito-me e escuto
Oiço o marulhar das folhas caídas na alma despida
Um mar de emoções envolve-me e deixa-me desprovido de verdades
Já não sei se controlo o que faço ou se os sentidos me toldam as acções
E que importa isso?
Não estás tu aqui comigo?
Que importa que as luzes da cidade se apaguem?
Que importa que nos reneguem se só precisamos um do outro?
Olho para ti e adivinho-te os pensamentos
Os meus lábios colam-se aos teus numa loucura lasciva
Percorro cada recanto do teu corpo, abraço-te e partimos para longe
Por segundos encontramo-nos num espaço etéreo de perfeição e pureza
E regressamos à Terra apenas para nos amarmos ainda mais
Ofereço a minha humanidade em sacrifício no teu altar
O meu reflexo nos teus olhos revela agora um deus
Livre de todos os defeitos, Adão de um paraíso perdido
Onde regresso cada vez que te beijo

3 Comments:
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Este é para juntar ao livro azul, que por acaso ainda o tens??? ;)
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